"Há um legado de conhecimento em cada ofício, fruto do trabalho de outros que vieram antes de nós. Trata-se de uma herança de ciência, ética e arte. Como aprendizes, buscamos a ciência de modo incansável. A ciência é uma fonte perene. Através de suas águas, tornamo-nos aptos para o trabalho a nós designado. Quem delas beber, jamais se saciará. Lidamos com a obra prima da criação divina, o que nos impulsiona a trabalhar sob os preceitos da ética. O dualismo entre o bem e o mal, inerente ao exercício da profissão, tenderá à virtude sempre que seguirmos os princípios morais de nosso ofício. E arte. Sim, arte! Quem poderia aviar receita ao mais e ao menos sapiente dos homens valendo-se de linguagem própria à compreensão de cada um deles? Quem poderia triturar os pós, diluindo-os geometricamente e os tornar medicinais? Quem poderia, entre fórmulas e mecanismos químicos, avistar a recuperação da saúde e a cura? Não seria isto uma arte? Todos estes eventos tornar-se-ão, a partir de hoje, possíveis. Somos FARMACÊUTICOS! Façamos, pois, segundo a arte!"
(Stêfany B. de Assis Cau)